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| Le tombeau des luteurs, de René Magritte |
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
"Alguma coisa acontece no meu coração..."
"... Que só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas..."
(Caetano Veloso - Sampa)
Não é novidade que a música "Sampa" é um clichê para falar de São Paulo. Porém tenho histórias desse cruzamento, passei centenas de dias esperando ônibus num ponto próximo para ir à USP. Era inevitável não cantarolar mentalmente às vezes esse trecho enquanto esperava o "Cidade Universitária" às 6h, bocejando...
Quantos pensamentos não me entorpeciam ali? Quantos sentimentos não escorriam por mim enquanto observava o trânsito formando-se naquela esquina?
A poesia concreta dos edifícios me encarando...?
O mau gosto das ruas e as saudades dele quando estava fora...?
As estrelas sufocadas e as belas luzes artificiais das janelas, das lanternas, dos bordéis...?
"Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba...", minha selva de pedra, suor, amor e ódio... te amo. Às vezes somos inimigas, mas sou tua filha.
(Vinte e cinco de janeiro de dois mil e onze, 457° aniversário da cidade de São Paulo.)
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas..."
(Caetano Veloso - Sampa)
Não é novidade que a música "Sampa" é um clichê para falar de São Paulo. Porém tenho histórias desse cruzamento, passei centenas de dias esperando ônibus num ponto próximo para ir à USP. Era inevitável não cantarolar mentalmente às vezes esse trecho enquanto esperava o "Cidade Universitária" às 6h, bocejando...
Quantos pensamentos não me entorpeciam ali? Quantos sentimentos não escorriam por mim enquanto observava o trânsito formando-se naquela esquina?
A poesia concreta dos edifícios me encarando...?
O mau gosto das ruas e as saudades dele quando estava fora...?
As estrelas sufocadas e as belas luzes artificiais das janelas, das lanternas, dos bordéis...?
"Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba...", minha selva de pedra, suor, amor e ódio... te amo. Às vezes somos inimigas, mas sou tua filha.
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| Vista aérea da Avenida Paulista, São Paulo (Um clichê atraente dessa vez) |
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Pragmática
domingo, 16 de janeiro de 2011
Divinação
sábado, 15 de janeiro de 2011
Sobre segundos
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Os lugares parecem os mesmos e nós somos a única diferença
Tatuapé
Tucuruvi
Jabaquara
Aricanduva
Moema
Ibirapuera
Mooca
Anhanguera
Butantã
Ipiranga
Jaguaré
Morumbi
Pirituba
Sapopemba
Cangaíba
Grajaú
Tietê
Tamanduateí
Tremembé
Tucuruvi
Jabaquara
Aricanduva
Moema
Ibirapuera
Mooca
Anhanguera
Butantã
Ipiranga
Jaguaré
Morumbi
Pirituba
Sapopemba
Cangaíba
Grajaú
Tietê
Tamanduateí
Tremembé
Le Seducteur, de René Magritte
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Lux aeterna
Se eu pudesse exprimir facilmente, contaria como dói acordar... como quero escrever, ensinar, cantar, cruzar o oceano... deixar de ser Eu para sentir Tudo.
Mas ainda busco a faísca...
Mas ainda busco a faísca...
Born to fly, de Vladimir Kush
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Não enche
"Me larga, não enche
Você não entende nada
E eu não vou te fazer entender...
Me encara de frente
É que você nunca quis ver
Não vai querer, nem vai ver
Meu lado, meu jeito
O que eu herdei de minha gente
Eu nunca posso perder
Me larga, não enche
Me deixa viver, me deixa viver
Me deixa viver, me deixa viver...
Cuidado, oxente!
Está no meu querer
Poder fazer você desabar
Do salto, nem tente
Manter as coisas como estão
Porque não dá, não vai dar...
Quadrada! Demente!
A melodia do meu samba
Põe você no lugar
Me larga, não enche
Me deixa cantar, me deixa cantar
Me deixa cantar, me deixa cantar...
Eu vou
Clarificar
A minha voz
Gritando
Nada mais de nós!
Mando meu bando anunciar
Vou me livrar de você...
Harpia! Aranha!
Sabedoria de rapina
E de enredar, de enredar
Perua! Piranha!
Minha energia é que
Mantém você suspensa no ar
Pra rua! Se manda!
Sai do meu sangue
Sanguessuga
Que só sabe sugar
Pirata! Malandra!
Me deixa gozar, me deixa gozar
Me deixa gozar, me deixa gozar...
Vagaba! Vampira!
O velho esquema desmorona
Desta vez pra valer
Tarada! Mesquinha!
Pensa que é a dona
E eu lhe pergunto
Quem lhe deu tanto axé?
À toa! Vadia!
Começa uma outra história
Aqui na luz deste dia "D"
Na boa, na minha
Eu vou viver dez
Eu vou viver cem
Eu vou vou viver mil
Eu vou viver sem você...
Eu vou viver sem você
Na luz desse dia "D"
Eu vou viver sem você..."
(Caetano Veloso - Não Enche)
... e com esse música me despeço de todos os pusilânimes que surgiram no meu caminho.
Você não entende nada
E eu não vou te fazer entender...
Me encara de frente
É que você nunca quis ver
Não vai querer, nem vai ver
Meu lado, meu jeito
O que eu herdei de minha gente
Eu nunca posso perder
Me larga, não enche
Me deixa viver, me deixa viver
Me deixa viver, me deixa viver...
Cuidado, oxente!
Está no meu querer
Poder fazer você desabar
Do salto, nem tente
Manter as coisas como estão
Porque não dá, não vai dar...
Quadrada! Demente!
A melodia do meu samba
Põe você no lugar
Me larga, não enche
Me deixa cantar, me deixa cantar
Me deixa cantar, me deixa cantar...
Eu vou
Clarificar
A minha voz
Gritando
Nada mais de nós!
Mando meu bando anunciar
Vou me livrar de você...
Harpia! Aranha!
Sabedoria de rapina
E de enredar, de enredar
Perua! Piranha!
Minha energia é que
Mantém você suspensa no ar
Pra rua! Se manda!
Sai do meu sangue
Sanguessuga
Que só sabe sugar
Pirata! Malandra!
Me deixa gozar, me deixa gozar
Me deixa gozar, me deixa gozar...
Vagaba! Vampira!
O velho esquema desmorona
Desta vez pra valer
Tarada! Mesquinha!
Pensa que é a dona
E eu lhe pergunto
Quem lhe deu tanto axé?
À toa! Vadia!
Começa uma outra história
Aqui na luz deste dia "D"
Na boa, na minha
Eu vou viver dez
Eu vou viver cem
Eu vou vou viver mil
Eu vou viver sem você...
Eu vou viver sem você
Na luz desse dia "D"
Eu vou viver sem você..."
(Caetano Veloso - Não Enche)
... e com esse música me despeço de todos os pusilânimes que surgiram no meu caminho.
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