Não recordo exatamente a data. Estava com amigos num parque de diversões, na barca viking. O céu apresentava um azul oceânico, sem nenhuma nuvem navegando. O Sol já não se expunha no alto e o ar era ameno.
A ponta da barca atingiu o máximo da altura delimitada.
Ali soube que se oferecessem o privilégio de reviver esta vida, aceitaria com alegria.
La naissance des désirs liquides, de Salvador Dalí
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